12 ministros do governo Temer receberam doações de empresas da Lava Jato

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Brasília - O presidente interino Michel Temer durante cerimônia de posse aos novos ministros de seu governo, no Palácio do Planalto (Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

 

 

Brasília - O presidente interino Michel Temer durante cerimônia de posse aos novos ministros de seu governo, no Palácio do Planalto (Marcello Casal Jr/Agência Brasil)
Brasília – O presidente interino Michel Temer durante cerimônia de posse aos novos ministros de seu governo, no Palácio do Planalto (Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

 

 

As campanhas de 12 dos 13 ministros nomeados pelo presidente em exercício, Michel Temer (PMDB), receberam dinheiro de empresas envolvidas no esquema de desvios de recursos da Petrobras, revelado pela Operação Lava Jato. A verba foi repassada para os parlamentares que se candidataram a algum cargo eletivo em 2014, de forma legal e declarada à Justiça Eleitoral.

 

O único nome que não recebeu verba de empresa investigada pela Lava Jato foi Ronaldo Nogueira, ministro do Trabalho no governo Temer. Os ministros que declararam doações companhias envolvidas no esquema da Petobras foram: José Serra (Relações Exteriores), Henrique Eduardo Alves (Turismo), Geddel Vieira Lima (Secretaria de Governo), Blairo Maggi (Agricultura), Maurício Quintella (Transportes, Portos e Aviação), Raul Jungmann (Defesa), Mendonça Filho (Educação e Cultura), Leonardo Picciani (Esporte), Osmar Terra (Desenvolvimento Social e Agrário), Fernando Coelho Filho (Minas e Energia), Bruno Araújo (Cidades) e Ricardo Barros (Saúde).

 
De acordo com o levantamento do Estadão, o mais beneficiado com doações foi Henrique Alves (PMDB), quando se candidatou a governador do Rio Grande do Norte. Na época, o então candidato declarou à Justiça Eleitoral ter recebido R$ 7,8 milhões das empresas.

 
Já Geddel Vieira declarou ter recebido R$ 7,1 milhões. José Serra foi outro que ultrapassou a casa dos milhões.

 

Informações Ag Brasil

 

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