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Centrais sindicais, estudantes e professores vão às ruas contra Reforma da Previdência e cortes na Educação

Postado: 14/06/2019 - Categoria: Notícias - Comentários: 0 comentáio - 53 views

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De acordo com a Fetamce, 57 cidades aderiram à greve no Ceará

 

Centrais sindicais, estudantes e professores de Fortaleza aderiram à greve nacional contra a reforma da Previdência e corte de verbas para a Educação, nesta sexta-feira, 14. Antes de sair às ruas, servidores municipais se reuniram na sede do Sindicato dos Servidores Públicos do Município de Fortaleza (Sindifort) e seguiram para a Marcha dos Trabalhadores, na Praça da Bandeira, local onde foi realizada a concentração do ato.

 

A Federação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal do Estado do Ceará (Fetamce) informou que 57 municípios do Ceará aderiram ao ato.

 

Na Avenida da Universidade, no Benfica, o trânsito foi bloqueado. Na avenida 13 de Maio, veículos transitam com lentidão. Agentes da Autarquia Municipal de Trânsito e Cidadania (AMC) e policiais do Batalhão de Choque estão no local. Agentes de operação do Sindiônibus, que orientam o desvio, contabilizaram cerca de 20 coletivos que tiveram pneus furados.

 

Com o engarrafamento, as pessoas chegaram a descer dos ônibus fora das paradas, na chuva, para tentar chegar mais rápido ao destino. Coletivos que deveriam seguir para a Avenida da Universidade pegaram desvio pela avenida João Pessoa. Grupo de manifestantes ocupou também a Praça do Otávio Bonfim, no bairro Farias Brito.

É regular a movimentação comercial no Centro, com poucas lojas fechadas. Avenidas de intenso tráfego, como Duque de Caxias e Heráclito Graça, seguem com fluxo normal de ônibus.

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Manifestantes reunidos na praça da Bandeira para protestar em defesa da aposentadoria e educação.

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Interior

Protestos e paralisações também ocorrem no Interior do Estado. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), no quilômetro 309 da BR-020, em Canindé, ocorreu uma interdição total da via. Cerca de 250 manifestantes protestam de forma pacífica. A rodovia foi liberada completamente por volta das 9h30min, mas equipes da PRF seguem monitorando o local.

Houve mobilização em municípios como Sobral, Coreaú e Icapuí, onde manifestantes seguram cartazes com dizeres como “nenhum direito a menos”, “golpe contra a mulher” e “Lula livre”. Em Limoeiro do Norte, manifestantes levantaram cartazes com as frases “ditadura nunca mais” e “em luta contra a Reforma da Previdência”. No Terminal Portuário do Pecém, trabalhadores também pararam.

Segundo organizadores, a greve geral no Cariri reúne cerca de 9 mil pessoas. Instituições sindicais e estudantes de 20 municípios caririenses se concentraram em frente à Coordenadoria Regional de Educação, Crede 19.

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Segundo organizadores, no Cariri reúne cerca de 9 mil pessoas. Instituições sindicais e de estudantes de 20 municípios caririenses se concentraram em frente à Coordenadoria Regional de Educação, Crede 19.

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Pautas do protesto

Presidente do Sindifort e dirigente da Intersindical-CE, Nascelia Silva afirma que “Bolsonaro propõe a destruição da principal política pública de distribuição de renda e de assistência social do País, que funciona também como um dos motores principais da atividade econômica no Brasil”. Entre as pautas do protesto estão a reforma da Previdência e a PEC 873, que impede o desconto em folha da contribuição sindical.

A dimensão da greve

De acordo com o presidente do Sindicato dos Bancários do Ceará (SEEB/CE), Carlos Eduardo Bezerra, 102 sindicatos aderiram ao ato. No Ceará, isso reflete em 10 mil bancários e 700 agências, estima o presidente sindical. Anízio Melo, presidente da Apeoc, garante que “100% dos professores do Ceará paralisaram” as atividades.

Para o secretário-geral do Sindicato dos Comerciários de Fortaleza, Sebastião do Nascimento, a manifestação tem um significado importante não só para o fortalecimento dos direitos dos trabalhadores, mas também para a garantia dos investimentos na Educação. Ele diz também que, “no tocando à Reforma da Previdência, há um ataque direto aos mais pobres”.

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Manifestantes reunidos na praça da Bandeira para protestar em defesa da aposentadoria e educação.

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“A adesão dos comerciários é complexa porque trata-se de uma atividade privada no qual os trabalhadores estão sendo reprimidos todos os dias”, afirma Sebastião do Nascimento. “Mas nossa avaliação feita nas assembleias setorizadas é que 30 % do comércio de Fortaleza está fechado”. Ele afirma que a maior parte dos pontos comerciais fechados estão na periferia e no Centro da cidade.

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Neste dia de greve geral em Fortaleza, manifestantes vão aderindo ao som de um funk contra o governo federal.

Saiba mais: http://bit.ly/2ZsOmRr 

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