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Sandro Mabel pede demissão e é o 4º assessor de Temer a deixar o governo

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O ex-deputado Sandro Mabel (PMDB-GO) pediu demissão na noite desta terça-feira (23) ao presidente Michel Temer. Ele era um dos assessores que despachavam do terceiro andar do Palácio do Planalto – mesmo pavimento do gabinete presidencial – e ajudavam o governo na interlocução com o Congresso Nacional e com empresários.

 

Palacianos afirmam que Mabel era um dos interlocutores do deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) junto ao governo, principalmente, durante o processo de cassação do ex-presidente da Câmara. O agora ex-assessor de Temer nega.

 

“Nunca tive essa missão. Até porque o Eduardo Cunha tinha acesso a todos do palácio, muito mais do que eu. Portanto, a informação não é verdadeira”, escreveu Mabel ao Blog.

 

Com a saída do assessor especial, já são quatro assessores de Temer que deixam o Planalto. Além de Mabel, já saíram José Yunes, Rodrigo Rocha Loures e Tadeu Fillipelli.

 

Instauração de inquérito

 

O procurador da República Helio Telho informou ao Blog nesta quarta-feira (24) que o Ministério Público de Goiás requisitou na semana passada a instauração de um inquérito policial para apurar supostos pagamentos ilícitos feitos, em 2010, por ex-executivos da construtora Odebrecht ao então deputado federal Sandro Mabel.

 

O MPF informa que os ex-executivos da construtora João Antônio Pacífico Ferreira e Ricardo Roth Ferraz de Oliveira relataram pagamentos feitos, a pretexto de doação de campanha, a Mabel que, na ocasião, era candidato a deputado federal.

 

O valor seria de R$ 100 mil, pagos por meio de recursos não contabilizados, mas registrados no sistema “Drousys”, usado para contabilizar pagamentos em propina da empreiteira.

 

Para o procurador Helio Telho, responsável pelo caso, os fatos indicam suposta prática de corrupção.

 

Veja a carta de Mabel a Temer:

 

 

G1

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