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Sejus e Delegacia são metralhadas

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03 de MarÁo de 2016. Delegacia do Conjunto EsperanÁa È atacada por bandidos armados  - policia - 04pl0844  -  NLVL

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Duas instituições do Estado foram atacadas à bala, ontem, por grupos que não foram identificados. O primeiro tiroteio aconteceu em um prédio da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus), na Avenida Heráclito Graça, no Centro; o segundo no 19º DP (Conjunto Esperança). De acordo com informações da Polícia, ninguém ficou ferido nas ações.

 

A Sejus informou que apenas a fachada foi atingida. No prédio alvo dos criminosos funcionam a Coordenadoria de Inclusão Social do Preso e do Egresso (Cispe) e a Central de Alternativas Penais (CAP). Três agentes penitenciários estavam de plantão no momento em que os disparos foram efetuados por uma pessoas, que estava do outro lado da rua. A Instituição informou que o fato está sendo apurado pela Polícia e não tinha detalhes sobre as investigações.

 

Durante à noite, a Delegacia do Conjunto Esperança também foi alvo de disparos de pistola calibre 380 e de escopeta. Diversos tiros foram efetuados na fachada do prédio. Um policial estava no local como permanente, mas conseguiu se abrigar.

 

A fonte da Polícia Civil que conversou com a reportagem disse que existem fortes indícios que as ordens para os ataques tenham partido de dentro dos presídios. “Eles não querem que sejam instalados os bloqueadores de celulares nas unidades, por isto estão ordenando este tipo de desordem nas ruas. Querem chamar atenção, pressionar”, afirmou.

 

Segundo o investigador, uma facção denominada ‘Guardiões do Estado’, sediada no Conjunto Palmeiras, que seria aliada do Comando Vermelho estaria envolvida com os fatos. “Eles já tinham avisado que iam agir. A ousadia desses criminosos passa dos limites ao ponto deles não perceberem que os ‘guardiões do estado’ são as Polícias e se denominam como tal. O crime nunca se estabelecerá como eles esperam”, afirmou.

 

O secretário adjunto Lauro Prado disse acreditar que o ataque à Sejus partiu de pessoas que não têm nada a ver com os ônibus. “É um oportunismo. Aproveitam de situações para criar fatos e tentar aumentar a sensação de insegurança”.

 

Informações: Diário do Nordeste

 

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